[RESENHA] Um Lugar Silencioso

16:39

Data de lançamento: 5 de abril de 2018 (Brasil)
Direção: John Krasinski
Música composta por: Marco Beltrami
Cinematografia: Charlotte Bruus Christensen
Roteiro: John Krasinski, Scott Beck, Bryan Woods
Produção: Michael Bay, Bradley Fuller, Andrew Form
Elenco principal: John Krasinski, Emily Blunt, Millicent Simmons, Noah Jupe.

Sinopse: Em uma fazenda nos Estados Unidos, uma família do Meio-Oeste é perseguida por uma entidade fantasmagórica assustadora. Para se protegerem, eles devem permanecer em silêncio absoluto, a qualquer custo, pois o perigo é ativado pela percepção do som.

Se prepare para ficar tenso desde os minutos iniciais de Um lugar Silencioso e não ter uma real sensação de alívio até o momento que os créditos estão passando pela tela.

Esse é o meu primeiro contato com um longa dirigido por John Krasinski, além dos poucos episódios da divertidíssima série The Office - foram 3 no total - e só posso esperar para ver o que mais ele vai nos apresentar mais para a frente. 

Em Um Lugar Silencioso ele sabe bem o que quer e não abre mão de utilizar bem o tempo para construir toda atmosfera aterrorizante que a família a quem somos apresentados vive, apenas por tentar sobreviver. Em um cenário pós apocalíptico onde o silêncio significa sobrevivência, com recursos escaços, medo e profundas cicatrizes, que marcam pais e filhos profundamente. 

Na primeira parte do filme, vamos nos acostumando ao ambiente e ao silêncio. Tememos e nos questionamos sobre todo e qualquer mínimo barulho que possamos causar, o que arriscaria a vida de todos. A tensão construída só piora, uma vez que compreendemos a culpa que todos sentem e notamos que a casa provisória da família está sendo adaptada para a chegada de um novo integrante. 

Se crianças e adultos, conscientes da situação, temem qualquer barulho, e escorregam aqui e ali, como eles vão fazer com um bebê recém nascido? O som, e a ausência dele são fundamentais para o filme. Como não temos diálogos, o som de tudo passa a ser ouvido, desde o leve esfregar das mãos sendo lavadas, a cola sendo passada na parede e o jornal sendo colado, para ajudar no isolamento acústico do espaço onde vivem. Do modo de comer ao modo de brincar com um jogo de tabuleiro, tudo foi adaptado e, convivendo com a família, finalmente, antes de começar o segundo momento do filme, já estamos ambientados e aflitos o suficiente. 

Pouco sabemos o que culminou tal mudança no mundo, apenas sabemos que as criaturas que atacam os humanos são guiadas pelo barulho. Os mais atentos vão notar detalhes sobre a criatura, mas no final, estes não fazem lá tanta diferença. Atraídas com sua super audição, elas destroem o que esteja emitindo tal som. 

E é justamente que estamos nervosos o suficiente com cada passo dado pelos personagens, que somos bombardeados com uma grande sequencia de cenas que mais parecem impossíveis de ocorrer em total silêncio. Entre o nervosismo e o instinto de sobrevivência dos personagens, misto com a absoluta aflição dos mesmos, não conseguimos tirar os olhos da tela. A cena do parto tirou o ar de todos na minha sessão. Emily Blunt está apenas incrível neste filme. 

O design de som do filme é muito bem planejado. A música é belíssima quando tem chance de ser escutada.  A trilha sonora, por outro lado, em alguns momentos se apressa. A sequencia de cenas que beiram o absurdo, em certo momento perdem um pouco da tensão. Cada um dos personagens passa a ter uma maneira diferente de observar a situação e lidar com ela, seja o filho mais novo, ou a mãe, com seu recém nascido. Em uma da cenas, por sinal, confesso que achei desnecessária: um alagamento, que sinceramente só servia para demonstrar o quão ferrada estava a família, como se ninguém pudesse ter um momento de paz, porém, seria impossível existir uma real paz, com uma outra situação de perigo ocorrendo ao mesmo tempo. 



A construção da família, no filme, é fantástica e a demonstração de que mesmo as famílias mais unidas, sofrem em devidos momentos. Os pais, tem papeis bem definidos, que fazem parte do contexto onde os personagens vivem, e isso, em algumas cenas entre pai e filha, podem até ser interpretadas como comportamento arcaico. O relacionamento pais e filhos é, na verdade, belíssimo, mesmo em meio de tal situação. Destaque para Millicent Simmons, que retrata tão bem seus dilemas, sua impulsividade, ou seja, sua adolescência - afinal, todos ali ainda são humanos, não é mesmo? -  em meio ao caos. 

Sejam alienígenas, entidades com uma super audição em um mundo apocalíptico ou não, Um Lugar Silencioso , mais do que ligeiramente sádico, e bem executado como gênero de horror, fala muito sobre um ambiente familiar amoroso e unido, das dificuldades da paternidade e da maternidade e também da necessidade de crescer, enfrentar o mundo cão que vivemos e sentir, mais que necessariamente apenas ouvir, o que acontece ao nosso redor. 

Com um final digno de fazer com que os espectadores voltem a respirar novamente, apesar de extremamente curiosos, o filme é capaz de arrancar sorrisos, apesar dos corações dos espectadores ainda estarem acelerados. 





Data de lançamento: 5 de abril de 2018 (Brasil)
Direção: John Krasinski
Música composta por: Marco Beltrami
Cinematografia: Charlotte Bruus Christensen
Roteiro: John Krasinski, Scott Beck, Bryan Woods
Produção: Michael Bay, Bradley Fuller, Andrew Form
Elenco principal: John Krasinski, Emily Blunt, Millicent Simmons, Noah Jupe.

Sinopse: Em uma fazenda nos Estados Unidos, uma família do Meio-Oeste é perseguida por uma entidade fantasmagórica assustadora. Para se protegerem, eles devem permanecer em silêncio absoluto, a qualquer custo, pois o perigo é ativado pela percepção do som.

Se prepare para ficar tenso desde os minutos iniciais de Um lugar Silencioso e não ter uma real sensação de alívio até o momento que os créditos estão passando pela tela.

Esse é o meu primeiro contato com um longa dirigido por John Krasinski, além dos poucos episódios da divertidíssima série The Office - foram 3 no total - e só posso esperar para ver o que mais ele vai nos apresentar mais para a frente. 

Em Um Lugar Silencioso ele sabe bem o que quer e não abre mão de utilizar bem o tempo para construir toda atmosfera aterrorizante que a família a quem somos apresentados vive, apenas por tentar sobreviver. Em um cenário pós apocalíptico onde o silêncio significa sobrevivência, com recursos escaços, medo e profundas cicatrizes, que marcam pais e filhos profundamente. 

Na primeira parte do filme, vamos nos acostumando ao ambiente e ao silêncio. Tememos e nos questionamos sobre todo e qualquer mínimo barulho que possamos causar, o que arriscaria a vida de todos. A tensão construída só piora, uma vez que compreendemos a culpa que todos sentem e notamos que a casa provisória da família está sendo adaptada para a chegada de um novo integrante. 

Se crianças e adultos, conscientes da situação, temem qualquer barulho, e escorregam aqui e ali, como eles vão fazer com um bebê recém nascido? O som, e a ausência dele são fundamentais para o filme. Como não temos diálogos, o som de tudo passa a ser ouvido, desde o leve esfregar das mãos sendo lavadas, a cola sendo passada na parede e o jornal sendo colado, para ajudar no isolamento acústico do espaço onde vivem. Do modo de comer ao modo de brincar com um jogo de tabuleiro, tudo foi adaptado e, convivendo com a família, finalmente, antes de começar o segundo momento do filme, já estamos ambientados e aflitos o suficiente. 

Pouco sabemos o que culminou tal mudança no mundo, apenas sabemos que as criaturas que atacam os humanos são guiadas pelo barulho. Os mais atentos vão notar detalhes sobre a criatura, mas no final, estes não fazem lá tanta diferença. Atraídas com sua super audição, elas destroem o que esteja emitindo tal som. 

E é justamente que estamos nervosos o suficiente com cada passo dado pelos personagens, que somos bombardeados com uma grande sequencia de cenas que mais parecem impossíveis de ocorrer em total silêncio. Entre o nervosismo e o instinto de sobrevivência dos personagens, misto com a absoluta aflição dos mesmos, não conseguimos tirar os olhos da tela. A cena do parto tirou o ar de todos na minha sessão. Emily Blunt está apenas incrível neste filme. 

O design de som do filme é muito bem planejado. A música é belíssima quando tem chance de ser escutada.  A trilha sonora, por outro lado, em alguns momentos se apressa. A sequencia de cenas que beiram o absurdo, em certo momento perdem um pouco da tensão. Cada um dos personagens passa a ter uma maneira diferente de observar a situação e lidar com ela, seja o filho mais novo, ou a mãe, com seu recém nascido. Em uma da cenas, por sinal, confesso que achei desnecessária: um alagamento, que sinceramente só servia para demonstrar o quão ferrada estava a família, como se ninguém pudesse ter um momento de paz, porém, seria impossível existir uma real paz, com uma outra situação de perigo ocorrendo ao mesmo tempo. 



A construção da família, no filme, é fantástica e a demonstração de que mesmo as famílias mais unidas, sofrem em devidos momentos. Os pais, tem papeis bem definidos, que fazem parte do contexto onde os personagens vivem, e isso, em algumas cenas entre pai e filha, podem até ser interpretadas como comportamento arcaico. O relacionamento pais e filhos é, na verdade, belíssimo, mesmo em meio de tal situação. Destaque para Millicent Simmons, que retrata tão bem seus dilemas, sua impulsividade, ou seja, sua adolescência - afinal, todos ali ainda são humanos, não é mesmo? -  em meio ao caos. 

Sejam alienígenas, entidades com uma super audição em um mundo apocalíptico ou não, Um Lugar Silencioso , mais do que ligeiramente sádico, e bem executado como gênero de horror, fala muito sobre um ambiente familiar amoroso e unido, das dificuldades da paternidade e da maternidade e também da necessidade de crescer, enfrentar o mundo cão que vivemos e sentir, mais que necessariamente apenas ouvir, o que acontece ao nosso redor. 

Com um final digno de fazer com que os espectadores voltem a respirar novamente, apesar de extremamente curiosos, o filme é capaz de arrancar sorrisos, apesar dos corações dos espectadores ainda estarem acelerados. 





Ainda não terminei de ler a trilogia, mas já fiquei muito feliz de ver que ao menos o primeiro livro vai virar filme. Muita gente pode achar "Para todos os garotos que já amei" bobo, ou até mesmo mais do mesmo, mas não é. Em absoluto, ter uma protagonista Asiática contribui com algo mágico para a história de Lara Jean. E essa adaptação ser feita respeitando essas características é muito importante. 


Apesar de não se focar no fato da protagonista de sua história ser Asiática, e sim no romance e na personalidade de Lara Jean, não passa em branco que ela é meio Coreana, meio americana. Achei gostoso e importante tal representação. 


O mais legal é que a Netflix adquiriu os direitos do filme, que será lançado no segundo semestre de 2018. Quem aí tá já tá pronto para fazer pipoca? 

Estou louca para ver o filme e terminar de ler a trilogia. 


XoXo

Eu AMO um bom café. Mas que Brasileiro não ama, não é mesmo? O cheirinho, o sabor... Fora que cada um em seu ritual na hora do preparo. Para os amantes de café que moram em Recife, a sua chance chegou: Um rodizio de café, por apenas 15,90. 

Café de verdade, e com direito ao barista explicando tudo sobre o café que você vai deliciar. 

Eu estava no instagram bem de boas quando a Nerdivinas compartilhou a novidade comigo, então vim compartilhar com vcs tbm. 



A iniciativa é da Malacoff café, em homenagem ao dia do café, que ocorre no dia 14 e Abril. O rodizio estará disponível ao público durante as Terças, Quartas e Sextas das 14H às 17H apenas na unidade que fica no bairro da Jaqueira. Caso dê certo, eles devem começar a servir o rodizio nas outras unidades. 

Ah, caso esteja curioso, o rodizio de café começa hoje, dia 03/04.



No ano passado, por indicação de uma colega que mora em New York, fui conhecer a Strand Book e segui o conselho de fazer isso antes mesmo de colocar os pés em uma Barnes & Nobles. Eu entendo que livrarias são um negócio, mas a visão da Strand é absurdamente diferente da da B&N e outras livrarias da cidade. 

Começa que já no meio da rua, na calçada da livraria, você vê várias gondolas com livros a partir de UM DÓLAR. Coloquei em caps, pois os livros estão bem cuidados e custando apenas isso. Ou seja, por mais que seja um comércio, eles tem essa sacada de ser um negocio mais inclusivo. Outra coisa é o acervo, gigante, de vários andares recheados com edições especiais, livros raros... A livraria vive lotada, tirar essa foto que usei para o post foi bem difícil - e é por isso que não tenho muitas outras, sempre tinha gente demais por toda parte. - coisa de alguns segundinhos sem ninguém por perto. Ela é famosa o suficiente para ter pessoas do mundo todo por lá. Não por estarem em New York, mas pela fama que eles tem.

Alguns podem até dizer que é um local Hipster, mas eu concordo muito mais com que descreva como Beatnik


Quando gravei o vlog, só mostrei o piso térreo da loja que tem uma seleção incrível de todo tipo de gênero literário de ficção e não ficção. O material autoral da livraria - ecobags, meias, lunch bags (pra mim são bolsinhas de make rsrs) entre outros - é extremamente fofo e do tipo que todo leitor vai gastar uma senhora grana lá dentro. Eu mesma me arrependo muito de não ter comprado uma ecobag deles. Ou uma caneca e também um par de meias... 

Mas sinceramente, o que mais me impressionou é como a livraria é bem organizada mas tem aquele ar de biblioteca na casa do avô ou do seu amigo mais descolado. Me senti super a vontade, fora o sorriso dos vendedores e livreiros que amam o que fazem - mesmo ganhando não muita coisa por hora - e a tranquilidade que eles apontam para a sessão que você procura e indica logo os livros usados, no lugar dos novos. Sim, livros novos e usados ficam um do ladinho do outro dando ao leitor o total poder de escolha.


A sessão deles dedicada a escrita é incrível e lá você consegue encontrar algumas edições que se esgotaram com facilidade a cada nova tiragem.  Enquanto aqui no Brasil os sebos são marginalizados, lá os livros usados são artigos de luxo. Digo isso, pois algumas edições de livros cheias de anotações do antigo dono - ou antigos donos - podem custar mais caro que um livro novinho em folha para chamar de seu. 

É uma estrategia claramente comercial, mas que me fisgou de coração e alma, falando como escritora e como leitora. Como ouvi uma pessoa falando por lá "livros são dos leitores", e a Strand não poderia agir de forma diferente com seus clientes.

Se você acabar não conseguindo ir na loja, não se preocupe. A proposta deles é de se aproximar TANTO do leitor, que você vai encontrar quiosques com livros sendo vendidos - igualmente como na livraria, novos e usados - nos principais pontos turísticos da cidade.  

Nota 15 de 10 para essa livraria mágica. 

Se quiser conhecer um pouquinho mais, é só assistir ao vlog que gravei ano passado! 




XoXo
Betty - @bettyautier no instagram! Vale seguir!

Tá vendo essa moça aí? Pronto. Conhecida como Betty, ela é francesa, mora em Paris e tem um blog onde fala principalmente sobre moda. Conheci a Betty justamente por conta de Maliciosa, meu livro lançado com a editora Qualis. As minhas leitoras falaram que ela seria a Ana da vida real e quando fui dar uma olhada, quase caí para trás! 

Resolvi aliar um pouquinho de bastidores de escrita mais dicas que aprendi no processo de pesquisa de Maliciosa, que conta o inicio da vida adulta da Ana, suas dificuldades para conquistar seus objetivos profissionais e claro, seus desafios na vida pessoais: Sua delicada relação com um pai extremamente machista, e a paixão mal resolvida e secreta com seu quase primo, o Matthews. A vida adulta não é tão simples como gostaríamos, não é mesmo? Empreendedorismo, empoderamento e sexualidade também estampam várias páginas do livro. 

Por sinal, vocês podem comprar o livro clicando aqui: compre Maliciosa 



Voltando ao post, a Ana é apaixonada por moda e tem o privilégio de morar em Paris, onde as mulheres são muito mais livres para se expressar e ser quem são. 

Nos EUA existe um alto padrão de beleza para as mulheres, mas acredito que aqui no Brasil é MUITO PIOR. A modelagem de nossas roupas é feita pensando em uma parcela minima da sociedade e ser quem você é - ao natural - é quase que pedir para ser julgada. Digo isso indo além da maquiagem, claro. Ou vai dizer que uma mulher gorda com um croped vai ser bem vinda em qualquer lugar? Vivemos em uma sociedade que acredita que ser bonita é ser perfeita, quando perfeição simplesmente não existe. A pressão para que as mulheres Brasileiras sigam um padrão inalcançável ainda é comum de mais, além de ridícula. Estamos mudando esse jogo, mas ainda temos que ir muito a diante. 

Não é como se as francesas não sofressem com essa questão dos padrões, mas talvez pela atmosfera criativa e de valorização da inovação e do estilo individual, se sintam mais livres para ser quem são e com isso se expressarem livremente, sem medo de errar. Mas elas também tem suas inseguranças;  uma das coisas mais comuns que você vai ver as francesas usando são roupas ou soltas na área da cintura, ou bem marcadas, uma vez que elas tem um corpo mais reto que o nosso. 

 Dica 1 - Conforto. 
As francesas não abrem a mão do conforto. Seja com sapatilhas e tênis nos pés, quanto com as calças jeans. Jeans pode ser usado em diversas ocasiões e você pode ter o combo de estilo e conforto sem grande esforço. Sapatos tipicamente masculinos que agora conseguimos com facilidade modelos femininos como o oxford foram uma intervenção delas.



Dica 2 - Peças clássicas.
Quando eu estava pesquisando para escrever o livro, acreditava que o investimento de peças clássicas que as francesas fazem seria investir em marcas como Chanel. Bem, tem aquelas que podem comprar com facilidade um óculos escuros da Prada e uma bolsa clássica da Chanel para usar em milhares de looks, mas uma boa peça clássica não tem nada com marca, e sim estilo que não seja datado. Uma boa blusa branca ou listrada, um bom casaco pesado, um elegante e sóbrio vestido - que você possa montar vários looks apostando nos acessórios - e um bom sapato preto são itens indispensáveis nos armários delas.



Dica 3 - Estilo Hi-Lo
A gente já sacou que elas são muito livres para criar os looks delas, certo? Como elas tem estações bem definidas, usam e abusam do estilo hi-lo durante todo o ano. Como conseguir um look assim? Um vestidinho preto bem básico e uma jaqueta pesada com tecido de lantejoulas, por exemplo. Ou uma saia mega chamativa e o restante do look sóbrio. Vai ter quem diga que um look hi-lo é feito com uma peça de marca e outra baratinha, mas as francesas estão aí para quebrar essa regra boba e mostrar que é apenas uma questão de estilo e ousadia.



Dica 4 - Não ligue para o que está na moda. 
Você pode até comprar uma coisinha aqui ou outra ali, mas certamente, se você for francesa, vai aprender a dançar essa ragatanga no próprio ritmo. O estilo pessoal está muito a cima do que a moda daquela estação tem para mostrar.



Dica 5 -  Pele natural e lábios avermelhados. 
As francesas gostam muito de uma pele radiante e natural. Uma maquiagem quase que... acordei assim. Nada muito exagerado/reboco na pele, mas lábios bem hidratados e avermelhados/rosados. Elas adoram cuidar da pele, dão bastante valor para os produtos que vão hidratar e tratar a pele. Olhos destacados também são um must have.



Todas essas dicas foram mais que válidas para a Ana desabrochar como mulher e como profissional!  E como dica boa é aquela que a gente divide... hehehe.

E aí? Vocês curtiram esse post? Se sim, não esquece de comentar avisando, se devo continuar a fazer posts do tipo... E como sempre, se estamos falando da Ana, não podemos deixar de falar dele, não é mesmo? Um  beijinho do Matt e até a próxima.




XoXo

Créditos das fotos: Le Blog de Betty e tumblr


Pouco antes de embarcar, fiquei sabendo da não tão novidade: A Primark já tem sua unidade em New York desde Março do ano passado e esta fica no Staten Island Mall. Obviamente não pensei duas vezes e me programei para finalmente conhecer a loja que tem preço absurdamente baratos, mesmo que você fique convertendo absolutamente tudo. Sério, quem resiste a uma sapatilha por 15 REAIS, e um kit de pinceis de Harry Potter por 20 reais? rsrsrs

Para conhecer a loja, se você estiver na ilha ou fora dela, é melhor considerar um dia de viagem só para ir até o shopping onde ela fica, mas eu garanto que vai valer. Por ficar em um bairro distante da cidade e obviamente não ser nada turístico, os preços são bem mais atrativos. Tem até uma Dollar Tree próxima a loja da Primark. As lojas tem muitas promoções e bons descontos, e como a melhor forma de comprar é como um local, aproveitamos bastante.



Para chegar lá, você precisa chegar na Staten Island Ferry Station - de metrô é super rapidinho - e se quiser dar uma caminhadinha bacana, você pode descer na Wall Street, e de lá seguir até o Battery Park - de onde saí o passeio para ver a estátua da liberdade - que a estação da balsa fica bem próxima. No dia que fomos estava bem bonito e fresquinho, com uma neblina bem legal.

A balsa é gratuita e nela, você ainda consegue ver a estátua da liberdade numa distância boa, além de uma economizada de no minimo 15 dólares, se não fizer questão de conhecê-la. Quando você chegar em Staten Island, é só procurar as paradas de ônibus. Antes de sair de lá, você pode ver no painel quanto tempo falta para o seu ônibus chegar/sair. Eles são bem pontuais. Basta procurar pelo ônibus x61 ou Staten Island Mall, e o melhor: se você estiver usando o metrocard, não precisa pagar a mais pela passagem. Uma economia bem legal, levando em conta que entre onde você estiver + balsa + ônibus, você vai levar entre uma hora e meia e duas horas para chegar lá. Por sorte só pegamos a hora do rush no metrô quando estávamos voltando para casa.

Além da Primark, conheci uma Hot Topic, loja que era apaixonada durante a adolescência, e pelo visto ficou como antiga paixão mesmo. Não me empolguei muito com as coisas da loja para a alegria do meu bolso, mas lá consegui encontrar muitos Funkos que as meninas tinham me encomendado. Preferi e quase morri na loja da Box Lunch, que justamente por ter uma abordagem mais pop no que vendia, tinha um preço até razoável. Lá também encontrei vários Funkos que as meninas encomendaram e quase peguei briga com uma mulher pela última Funko da Sailor Moon que a Pri tinha me pedido e acabei ganhando alguns brindes lindos de Overwatch.

Barracos à parte, valos falar da Primark! Que loja é essa? É muito fácil você perder a noção lá dentro. No final, como não tenho paciência para ficar provando muitas roupas, nem peguei muita coisa. Vocês vão ver em breve no vídeo de comprinhas, mas o Sr meu marido se fez por lá. Não vou dizer a vocês que tudo por lá tem alta qualidade, mas é exatamente a qualidade que encontramos numa Renner, C&A, Riachuelo da vida, o que acaba compensando muito pelo valor.

As coleções da Disney e de Harry Potter, além das tantas tranqueiras Tumblr são uma perdição total. Confesso que só vi algumas coisas depois, assistindo aos vídeos que gravei na loja, pois além de cansada, estava zonza com tantas opções que cabiam no meu bolso!

Não vá com cartão de crédito ou com todo o seu dinheiro da viagem, caso você seja das pessoas que não sabem ter limites. rsrsrs

Fica com vocês um spoiler de comprinhas PotterHead que fiz na Primark!



Não, eu ainda não estou nem meus 70%, mas tenho que dizer: como é bom estar de volta. Aos poucos estou reestruturando tudo e organizando minha rotina que inclui 4 visitas médicas semanais. Como disse, não estou nem 70% do que preciso estar para realmente estar bem, mas produzir voltou a fazer parte de minha rotina, mesmo que em alguns dias driblar a ansiedade, a dor e a depressão sejam desafios mais que suficientes para me esgotar. 

Desde que pisei em NY, venho respirando em produzir conteúdo, a voltar a escrever. Obvio que viajar já é empolgante e, ao menos para mim, além de ser algo que me liberta, também me inspira um monte. E era disso que eu precisava: me libertar de minhas dores e de minha rotina ligada a elas para poder colocar os pés no chão sem tanto receio. 

Bem, com direito a piadinha: já diria Georgina Sparks, pode avisar a Jesus, estou de volta. 

Inicialmente a minha ideia era de publicar esse post ainda no final de novembro, mas confesso que tudo estava um grande caos. Fiz um balanço do meu ano no inicio de dezembro, no lugar de janeiro, como sempre faço, mas isso foi muito mais por uma questão de necessidade. Eu precisava fazer uma boa avaliação sobre o meu ano.

Conviver com dor crônica não é fácil. Já tem mais de dois anos que venho me tratando e dei o azar de durante quase um ano – entre 2015 e 2016, mais precisamente – de ter o acompanhamento de médicos que apesar de seguirem com o mesmo protocolo, como se fosse um padrão, não me deram o atendimento que eu realmente precisei. Foi só no final de 2016 que encontrei o médico que faz o meu acompanhamento e com ele a palavra que só me deixou ainda mais ansiosa para ficar boa logo: paciência.

Entre dias melhores e dias piores, comecei 2017. Meu avô já estava internado, já tinha passado por uma cirurgia de alto risco e é obvio que mesmo sabendo dos riscos, eu tinha uma grande esperança de vê-lo em casa mais uma vez. Por cinco anos essa foi a rotina dos meus avós no final do ano: o meu avô sempre era internado entre os meses de novembro e janeiro. Apesar de tentarmos ajuda-lo de todas as formas, e de ele nos surpreender a cada dia, depois de cinco meses internados ele se foi. E gente... eu sempre imaginei que iria sentir, mas não adianta a gente dizer que está preparado, afinal, a gente nunca está.

Eu não estava certa de como minha vida daria um 360 tão grande, uma vez que estava acostumada a seguir num automático de “ok, estou triste ou magoada por conta de uma situação x da minha vida, mas daqui uma semana vou reagir como se nada tivesse acontecido e vou seguir em frente mesmo ciente das marquinhas que vão ficar comigo”.

Um exemplo prático é que mesmo com dor 7, na escala de 0-10, eu segui trabalhando, cuidando de minhas responsabilidades, tomando um monte de remédios e fingindo que tudo estava bem. Afinal, estou seguindo com o meu tratamento, que vai ser longo, então o negócio é seguir em frente.

E eu segui em frente, eu foquei nas coisas que precisava, comecei um processo que foi importantíssimo para mim, o Coach com a Dag, do Mulheres Poderosas, o Lívio, meu agente literário continuou cuidando da minha carreira, assinamos um novo contrato, e entre tantas mudanças em minha vida em tão pouco tempo, segui com o rumo que meu coração pediu.

Mesmo ouvindo dos médicos que eu precisava diminuir o meu ritmo, que eu precisava tirar alguns meses para me tratar, mesmo minha dor me enlouquecendo – sério, tem dias que minhas crises não me permitem sair da cama, que eu choro de dor, que minha ansiedade me consome por completo, e eu me sinto extremamente sem energia, deprimida... – e tendo o diagnostico de depressão, eu bati de frente e preferi não me permitir abalar.

E é assim que apesar do lado ruim e pesado do ano, eu vejo como ele foi lindo. E o quão grata eu sou. Tive a presença do meu avô paterno em minha vida por 31 anos e sei que agora ele está descansando em paz, junto com outras pessoas que amo e também já se foram. Realizei e palestrei e fiz a cobertura de 37 eventos ao longo do ano, mesmo com tantas limitações. O mais legal é que o aniversário do blog teve 179 participantes. Junto com o lançamento de Destinos Cruzados na Bienal do Rio e na Bienal de Pernambuco, fico sem folego e com um sorriso do tamanho de um cabide.

Entre as viagens, o presente lindo de conhecer Nova Iorque com meu marido, destacando a biblioteca pública da cidade – lugar mais que especial – além de ter outras experiências incríveis pela cidade e ser tão bem recebida... A CCXP Tour, que invadiu Recife e mostrou como vivo na capital dos nerds. Ver parceiros abrindo cada vez mais espaço para as mulheres no meio nerd. Sim, rolou muito Girl Power 2017.

E acredito que um dos melhores presentes que 2017 me deu, foi abrir meus olhos com relação a algumas pessoas e me afastar delas. Descobrir que você tem uma “amizade toxica” doí. Se afastar dessa pessoa não é fácil. Sim doí, afinal, se você considera que essa pessoa é uma amizade sua, mas faz parte de um processo que será, em algum ponto, acredite, libertador.

Me senti um tanto perdida e o processo de Coaching me ajudou demais. Tive que dar uma pausa, mas autoconhecimento é fundamental. Não é fácil, doí, mas é tão gostoso ao mesmo tempo... É empoderador, de verdade. Mas aí vem o ponto que eu queria chegar: sou extremamente grata por muitas coisas que aconteceram em 2017, mas no final de outubro eu me acidentei e não levei as consequências tão a sério... Estava cada dia mais complicado lidar com a dor, com os médicos falando que eu precisava de repouso absoluto, que eu precisava tratar a minha ansiedade e a minha depressão, que eu precisava entender que apesar de comum, a minha doença estava acabando comigo.

Não só o meu corpo físico, mas muito mais pelas consequências com o meu emocional, com minha saúde mental.
Conviver com dor crônica estava me consumindo por completo e quando eu vi, não só a balança mostrava como minha saúde estava péssima, mas todos os especialistas que estava consultando, tentando não ter o meu diagnostico de depressão. Ainda é difícil pra mim aceitar, afinal, sou aquela pessoa que vê o copo meio cheio sempre.

E como eu acredito que quando não temos algo bom para compartilhar, que devemos ficar quietos – fora que com dor, eu só sei falar sobre dor, ou estou extremamente sem paciência, fico receosa de receber abraços para que ninguém aperte/bata no lugar errado – dei uma sumidinha. Foquei em cuidar da minha saúde como um todo.
Terapia, exames, um novo tratamento para tentar melhorar a minha síndrome miofascial, cuidar meus hormônios... e repousar. Repousar absolutamente, não fazer nenhum esforço. Tirar uma licença médica de longo prazo.

E é essa a parte mais difícil pra mim e que talvez muita gente não compreenda e se chateie. Sempre fui cheia de energia, sempre ajudei um monte de gente, e como escritora, mesmo que sem usar aquelas páginas escritas, tinha um ritmo de escrita semanal, que funcionava quase como uma meta. E eu não posso fazer nada disso por enquanto – esse post foi escrito em longas e longas semanas, uma vez que meu trapézio e braço doem muito quando passo meros quinze minutos escrevendo no word e é insuportável – tenho que ficar quieta, tenho que focar em me cuidar. Depois de quase dois meses, finalmente estou começando a aceitar que realmente preciso de uma pausa, e de férias, URGENTE!

Mas enfim, é isso. Esse post já está enorme e apesar de toda e qualquer dificuldade, dor, crise... que tenha acontecido em 2017, sou muito grata por tudo, especialmente pelo autoconhecimento.

Sendo assim, estou voltando aos poucos para minhas atividades com o blog, em breve com o canal – não consegui administrar esses dois muito bem ano passado, pois já tinha muito em meu prato e gravar com tanta dor, eu mais parecia um zumbi, nada confortável em frente a minha câmera. – e também com novidades nos eventos em Recife e claro: vou falar muito sobre livros e processo de escrita ao longo desse ano.

Novos projetos vem aí. 2018 já promete muito, mas antes de mais nada, obrigada por todo carinho, por todas as mensagens, por acreditarem no meu potencial, por serem tão companheiros e pela atenção de todos os nossos parceiros.

Cuidem da saúde de vocês, como um todo. Física e mental. Com saúde a gente pode correr atrás de todo o resto não é mesmo?

Um 2018 cheio de boas energias e se eu sumir por alguns dias das redes, vocês já sabem o motivo: estou me cuidando para retribuir esse imenso carinho da melhor forma possível.

XoXo

Ps: Algumas pessoas estão querendo saber mais sobre o que é a Síndrome da dor miofascial, esse link é excelente sobre o assunto. 

Esse mês a  Pantone anunciou a cor tendência do ano de 2018: Ultravioleta. 

Segundo Leatrice Eisenman, Diretora Executiva do Pantone Color Institute, “Vivemos em tempos que necessitam de criatividade e imaginação. A Ultra Violet – um roxo derivado do azul escuro – traz um tipo de energia criativa e inspiradora, a partir da elevação das nossas expectativas aos mais altos níveis. Conectada com as novas tecnologias, com um universo galáctico mais distante e com a expressão artística, os reflexos espirituais desta cor apontam como uma luz para caminhos que ainda iremos trilhar”.



A cor, que já vinha sendo bastante utilizada no meio da moda e beleza, agora terá um hype na decoração também.



(Imagens: Pantone)

Inclusive um super exemplo do uso dessa cor é a Rah Brennichi que arrasa com o cabelo nesse tom. <3
(Instagram: @nerdivinas )

Então é isso gente, se joguem na cor do ano de 2018 que vai ser certeiro.
Um bom 2018 à todos!

Mari Brito




SEGUNDA TEMPORADA DE  MARVEL - JESSICA JONES TEM DATA DE ESTREIA ANUNCIADA
São Paulo, 09 de dezembro de 2017 -  Esteja pronto. Jessica Jones está voltando para negócios inacabados. A Netflix anunciou hoje que a estreia da segunda temporada da premiada série será em 8 de março de 2018, às 12h01 AM PT em todos os territórios onde a Netflix está disponível. A temporada 2 será lançada com treze (13) episódios de uma hora cada. Confira o vídeo de anúncio nas páginas oficiais da série no Facebook e  Twitter, ou clique aqui.

A série Original Netflix Marvel - Jessica Jones foi a segunda de quatro séries épicas de aventuras (Marvel - DemolidorMarvel - Luke Cage e Marvel - Punho de Ferro), as quais levaram à união dos personagens principais em Marvel - Os Defensores. Todas as séries estrearam apenas na Netflix.Marvel - Jessica Jones é um ousado suspense sobre a vida de Jessica Jones, uma das mais populares novas personagens da Marvel da última década, que enfrenta demônios interiores e exteriores. Em sua primeira temporada, Marvel - Jessica Jones recebeu o prestigiado Prêmio Peabody.

Sobre o show:
A investigadora particular Jessica Jones (Krysten Ritter), da cidade de Nova York, está começando a retomar a sua vida depois de assassinar seu torturador, Kilgrave. Agora, conhecida em toda a cidade como uma assassina super poderosa, ela enfrenta um novo caso que fará com que ela relute em confrontar quem realmente é ao cavar mais fundo em seu passado para explorar as razões.
Krysten Ritter (Jessica Jones) é acompanhada pelo retorno de um elenco incrível que conta com Rachael Taylor (Trish Walker), Carrie-Anne Moss (Jeri Hogarth), Eka Darville (Malcolm Ducasse) e novos integrantes como Janet McTeer e J.R. Ramirez, entre outros.

Marvel - Jessica Jones na Netflix tem produção executiva da Showrunner Melissa Rosenberg (“Twilight”, “Dexter”), Raelle Tucker (“True Blood”), Jim Chory (“Marvel - Demolidor”, “Marvel - Luke Cage”, “Marvel - Punho de Ferro”) e Jeph Loeb (“Marvel - Demolidor”, “Marvel - Luke Cage”, “Marvel - Punho de Ferro”), que também atua como chefe de televisão da Marvel.

Ano: 2017

Páginas: 364

Editora: Verus Editora

Preço Média: 34,90

Sinopse: Uma nova vida. Um novo amor. Um perigo real. 
"Eu te amo. Eu te quero. Eu nunca vou te deixar." Gillian Callahan entra em pânico só de ouvir esse tipo de frase. Por anos ela viveu uma relação abusiva com seu ex-namorado violento. Agora ela está livre e segura, trabalhando para uma fundação de apoio a mulheres vítimas de violência - a mesma que a resgatou e salvou sua vida. Gillian não quer saber de homem nenhum. Até conhecer Chase Davis, o presidente da fundação. O bilionário é tão sexy e sedutor que Gillian fica sem chão. Chase sempre consegue o que quer - e ele quer Gillian.
Agora ela terá de enfrentar a batalha entre o desejo e o medo. Gillian vai conseguir confiar em Chase? Ela está segura com ele? E quão perigoso pode ser um passado sombrio... não só o dela, mas o do homem que ela aprendeu a amar?


Vamos começar falando das partes leves e depois passamos para o que mais importa nesse livro.
Senti uma evolução nas cenas hot e na parte do romance, porque em A Garota do Calendário ela peca demais principalmente no romance.

Agora vamos para a parte séria.
Esse livro toca num assunto muito importante que é o abuso domestico, a Gillian foi uma vitima do ex marido e depois foi acolhida pela Safe Haven, que é uma instituição que ajuda mulheres que sofreram esse tipo de agressão e abuso domestico e atualmente ela trabalha para essa instituição que é quando ela conhece o Chase e a tração entre ambos é inegável. Porém por causa dos traumas vivido por ela quando estava com o ex marido e também os traumas vivido por ele quando criança faz com que o começo dessa relação seja um pouco complicada, também tem o fato do Chase ser o chefe da Gillian por ele ser o fundador da Safe Haven e esse fato deixa ela um pouco receosa. O que me deixou mais ansiosa para terminar de ler esse e querer ler os próximos é a questão de um cara muito assustador que começa a perseguir a Gillian mandando presentes e cartas assustadoras que infelizmente realidade Brasil esse tipo de coisa acontece muito e muitas vezes o fim acaba nas mortes das vitimas mulheres.

Achei que a autora faltou aprofundar mais um pouco a questão sobre agressão domestica que é uma coisa que espero muito que ela passe a aprofundar mais nos próximos livros.


Sinopse: Com o namorado dos sonhos, o cargo de Presidente do Conselho Estudantil e a chance de ir para uma Universidade de Ivy League, a vida não poderia estar mais perfeita para Holland Jaeger. Ao menos, é o que parece. Até que Ceci Goddard chega na escola e muda tudo. Ceci e Holland têm sentimentos que não conseguem esconder, mas como todos ao redor vão lidar com este novo romance?
Entre intrigas, preconceitos e a não aceitação dos pais, Ceci e Holland lutam para manter-se juntas, mas o amor delas pode não ser tão forte quanto as críticas da sociedade...
Não conte nosso segredo é o primeiro livro da autora Best-seller no New York Times, que promete emocionar leitores de todas as idades e gêneros.

Primeiro de tudo: Li esse livro em um dia. Não conseguia largar de foma alguma. É um romance, mas é tão rico, os personagens tem tantas camadas, é tão real...

O mercado abre cada vez mais portas para romances LGBT, mas é raro encontrar um romance lésbico. Estou mais acostumada a ler romances do tipo em inglês, mas essa publicação do selo Hoo, da Universo dos livros é leitura obrigatória para todos.

É com muito cuidado e delicadeza que a autora trata da descoberta, da paixão e dos problemas sociais e preconceitos, falta de empatia rodeam a vida das personagens. Claro, tem romance, mas é muito, muito mais que isso.

Além disso, a autora nos dá de presente uma protagonista muito forte, o que é a cereja no topo do bolo.

Pare o que você está fazendo e vá ler esse livro agora mesmo!

XoXo
Nem preciso dizer que surtei POUCO nessa loja, não é mesmo? Fã de carteirinha de Super Mario, tive meu momento muito adulto escondendo o cartão para não faturar a loja toda! Sem mais, corre para assistir o tour que eu gravei!