[RESENHA] Filhos de Sangue e Osso, Tomi Adeyemi

15:23

Sinopse: Zélie Adebola se lembra de quando o solo de Orïsha vibrava com a magia. Queimadores geravam chamas. Mareadores formavam ondas, e a mãe de Zélie, ceifadora, invocava almas. Mas tudo mudou quando a magia desapareceu. Por ordens de um rei cruel, os maji viraram alvo e foram mortos, deixando Zélie sem a mãe e as pessoas sem esperança. Agora Zélie tem uma chance de trazer a magia de volta e atacar a monarquia. 

Com a ajuda de uma princesa fugitiva, Zélie deve despistar e se livrar do príncipe, que está determinado a erradicar a magia de uma vez por todas. O perigo espreita em Orïsha, onde leopanários-das-neves rondam e espíritos vingativos aguardam nas águas. Apesar disso, a maior ameaça para Zélie pode ser ela mesma, enquanto se esforça para controlar seus poderes — e seu coração.

Filhos de Sangue e Osso é o primeiro livro da trilogia de fantasia baseada na cultura iorubá O Legado de Orïsha está sendo adaptado para o cinema.


Filhos de Sangue e Osso é um dos livros que eu estava mais ansiosa para ler. Primeiro por finalmente ser um livro de fantasia que realmente chamou minha atenção - ando bem desapegada do gênero, para ser sincera - e o fato de ser uma história com personagens negros, PROTAGONISMO NEGRO e escrito por uma AUTORA, só completam o combo do tenho que ler. 

Eu ando falhando com minhas metas literárias, mas gosto delas justamente por ser uma forma de pegar no meu próprio pé para ler coisas diferentes, ou incluir leituras que de repente jamais seriam minha primeira escolha. Para 2019, sem duvida alguma eu quero muito ler livros escritos e protagonizados por personagens negros. Até cheguei a conversar com algumas pessoas sobre o livro e sobre a sua importância, e escutei muito que se não fosse pela representatividade, ele nem seria esse destaque todo. Até entendo que estruturalmente ele é mais um livro do gênero de fantasia YA, mas isso não TIRA, nem fica devendo em sua importância. Fora que, no final, pensando bem, principalmente depois que eu li, percebi como isso acaba sendo um discurso para desmerecer o livro. Conversei com algumas amigas negras e se elas acham que esse tipo de discurso é sim errado e bastante racista, quem sou para questionar? Isso só torna o livro mais especial; ele gera debate em diferentes escalas. 

O livro é super bem escrito, tiro meu chapéu para o trabalho da autora tanto pela criação do universo, personagens e seus arcos, como de pesquisa  e de como ela implementa a cultura Iorubá na história. Alguns trechos são belissimos de bem escritos.  Outro ponto alto é que temos mais de um ponto de vista e você consegue sentir a diferença entre cada pov. E os elementos políticos e sociais também são bem desenvolvidos. Tipo, parece ser coisa demais para um livro só, ainda mais sendo ele o primeiro de uma trilogia, mas ela ousa e segue de boas. A autora fez um bom trabalho, deixando tudo muito bem desenhado para o que vem a seguir, no segundo livro, que será lançado no final de 2019 nos EUA. 

Sobre a história em si, Zélie é uma garota que está marcada não só por ser parte da população marginalizada, mas pela perda de sua mãe. Ela é uma garota divinal, e todos os divinais tem que pagar impostos elevadíssimos e são considerados os inferiores. A magia não pode mais existir, o rei é um tirano e encontrou no banimento da magia, sua solução para dominar a população e dividir as classes de seu povo. Mas é justamente com a filha desse homem tirano que Zélie esbarra, literalmente. Amari aparenta ser só alguém que está precisando de ajuda para fugir, poderia ser apenas mais uma representação de princesa em apuros, mas é muito mais que isso. Ela compreende o tamanho de sua responsabilidade e aos poucos vai se transformando uma guerreira. Apesar de com Zélie também ser assim - a cada novo capítulo a personagem só cresce - a autora nos lembra das essências diferentes de cada uma delas. 

Zélie já está acostumada a se virar e a conviver com o lado duro da vida. Seu crescimento é belíssimo e sinceramente, o mais importante na trama. Não quero dar Spoilers, masa forma como a autora trabalha até as questões estéticas/físicas são muito boas. Fico pensando em todas as meninas mais novas lendo e se identificando com a questão que envolve a estética da personagem. 

O relacionamento entre essas duas garotas é o que existe de mais fantástico do livro. Como elas vão crescendo e evoluindo, individualmente, porém juntas. Temos outro personagem em destaque na história, mas esse não me despertou muito minha atenção, que é Inam. Ele é importante para a trama e para a os acontecimentos desse primeiro livro, mas as meninas me conquistaram por completo.

Por não conhecer praticamente nada sobre a cultura Iorubá, o livro se tornou uma experiencia ainda mais bacana. Finalmente algo diferente do que tanto vemos por aí.  E como diabos temos uma cultura tão forte, mas só estou lendo uma aventura/fantasia com essa temática pela primeira vez, agora? Com toda certeza esse não é o único livro, e com toda certeza, aposto que temos produções nacionais tão boas quanto, esperando uma boa chance para serem lidas.

Filhos de Sangue o Osso foi um dos livros aclamados de 2018, e olha, faz todo sentido. O único problema é que ele é uma trilogia e ainda vai demorar um pouco para ser concluída, consequentemente, para ser publicada aqui no Brasil.  

  


Sinopse: Zélie Adebola se lembra de quando o solo de Orïsha vibrava com a magia. Queimadores geravam chamas. Mareadores formavam ondas, e a mãe de Zélie, ceifadora, invocava almas. Mas tudo mudou quando a magia desapareceu. Por ordens de um rei cruel, os maji viraram alvo e foram mortos, deixando Zélie sem a mãe e as pessoas sem esperança. Agora Zélie tem uma chance de trazer a magia de volta e atacar a monarquia. 

Com a ajuda de uma princesa fugitiva, Zélie deve despistar e se livrar do príncipe, que está determinado a erradicar a magia de uma vez por todas. O perigo espreita em Orïsha, onde leopanários-das-neves rondam e espíritos vingativos aguardam nas águas. Apesar disso, a maior ameaça para Zélie pode ser ela mesma, enquanto se esforça para controlar seus poderes — e seu coração.

Filhos de Sangue e Osso é o primeiro livro da trilogia de fantasia baseada na cultura iorubá O Legado de Orïsha está sendo adaptado para o cinema.


Filhos de Sangue e Osso é um dos livros que eu estava mais ansiosa para ler. Primeiro por finalmente ser um livro de fantasia que realmente chamou minha atenção - ando bem desapegada do gênero, para ser sincera - e o fato de ser uma história com personagens negros, PROTAGONISMO NEGRO e escrito por uma AUTORA, só completam o combo do tenho que ler. 

Eu ando falhando com minhas metas literárias, mas gosto delas justamente por ser uma forma de pegar no meu próprio pé para ler coisas diferentes, ou incluir leituras que de repente jamais seriam minha primeira escolha. Para 2019, sem duvida alguma eu quero muito ler livros escritos e protagonizados por personagens negros. Até cheguei a conversar com algumas pessoas sobre o livro e sobre a sua importância, e escutei muito que se não fosse pela representatividade, ele nem seria esse destaque todo. Até entendo que estruturalmente ele é mais um livro do gênero de fantasia YA, mas isso não TIRA, nem fica devendo em sua importância. Fora que, no final, pensando bem, principalmente depois que eu li, percebi como isso acaba sendo um discurso para desmerecer o livro. Conversei com algumas amigas negras e se elas acham que esse tipo de discurso é sim errado e bastante racista, quem sou para questionar? Isso só torna o livro mais especial; ele gera debate em diferentes escalas. 

O livro é super bem escrito, tiro meu chapéu para o trabalho da autora tanto pela criação do universo, personagens e seus arcos, como de pesquisa  e de como ela implementa a cultura Iorubá na história. Alguns trechos são belissimos de bem escritos.  Outro ponto alto é que temos mais de um ponto de vista e você consegue sentir a diferença entre cada pov. E os elementos políticos e sociais também são bem desenvolvidos. Tipo, parece ser coisa demais para um livro só, ainda mais sendo ele o primeiro de uma trilogia, mas ela ousa e segue de boas. A autora fez um bom trabalho, deixando tudo muito bem desenhado para o que vem a seguir, no segundo livro, que será lançado no final de 2019 nos EUA. 

Sobre a história em si, Zélie é uma garota que está marcada não só por ser parte da população marginalizada, mas pela perda de sua mãe. Ela é uma garota divinal, e todos os divinais tem que pagar impostos elevadíssimos e são considerados os inferiores. A magia não pode mais existir, o rei é um tirano e encontrou no banimento da magia, sua solução para dominar a população e dividir as classes de seu povo. Mas é justamente com a filha desse homem tirano que Zélie esbarra, literalmente. Amari aparenta ser só alguém que está precisando de ajuda para fugir, poderia ser apenas mais uma representação de princesa em apuros, mas é muito mais que isso. Ela compreende o tamanho de sua responsabilidade e aos poucos vai se transformando uma guerreira. Apesar de com Zélie também ser assim - a cada novo capítulo a personagem só cresce - a autora nos lembra das essências diferentes de cada uma delas. 

Zélie já está acostumada a se virar e a conviver com o lado duro da vida. Seu crescimento é belíssimo e sinceramente, o mais importante na trama. Não quero dar Spoilers, masa forma como a autora trabalha até as questões estéticas/físicas são muito boas. Fico pensando em todas as meninas mais novas lendo e se identificando com a questão que envolve a estética da personagem. 

O relacionamento entre essas duas garotas é o que existe de mais fantástico do livro. Como elas vão crescendo e evoluindo, individualmente, porém juntas. Temos outro personagem em destaque na história, mas esse não me despertou muito minha atenção, que é Inam. Ele é importante para a trama e para a os acontecimentos desse primeiro livro, mas as meninas me conquistaram por completo.

Por não conhecer praticamente nada sobre a cultura Iorubá, o livro se tornou uma experiencia ainda mais bacana. Finalmente algo diferente do que tanto vemos por aí.  E como diabos temos uma cultura tão forte, mas só estou lendo uma aventura/fantasia com essa temática pela primeira vez, agora? Com toda certeza esse não é o único livro, e com toda certeza, aposto que temos produções nacionais tão boas quanto, esperando uma boa chance para serem lidas.

Filhos de Sangue o Osso foi um dos livros aclamados de 2018, e olha, faz todo sentido. O único problema é que ele é uma trilogia e ainda vai demorar um pouco para ser concluída, consequentemente, para ser publicada aqui no Brasil.  

  



Mais uma vez venho me abrir com vocês sobre essa montanha russa de emoções que tem sido tratar a minha depressão e a minha fibromialgia.

Sim, fibromialgia. Depois de um longo período, muitos exames, várias tentativas de protocolos, veio o diagnóstico. Até metade do ano passado o meu quadro era de síndrome da dor miofascial, que apesar de mais simples, caminha de mãos dadas com a fibro. Cansei de ouvir de médicos e fisioterapeutas que estava fazendo algo errado, sem virem com uma sugestão do que eu poderia fazer de certo. A Casadinha “toma anti-inflamatório e bota um gelinho” por tanto tempo só causou prejuízos que, tudo bem, tô correndo atrás do estrago. Não sinto mais raiva como senti por muito tempo, mas tem horas, mesmo hoje, que bate um desânimo grande.

Poxa, se com todo o meu privilégio tendo plano de saúde, boas indicações médicas, podendo fazer vários exames, tendo suporte emocional, são quatro anos de um sofrimento maluco, não consigo imaginar como ficam as pessoas que não tem metade do acesso que tenho se sentem.

Sou muito grata, especialmente pelo apoio que tenho, da leitoras, dos amigos, dos colegas de trabalho, da família. Existe uma torcida, eu vejo o empenho de algumas pessoas ao meu redor. É sério... sou muito, muito grata e venho tentando retribuir de alguma forma.

Mas ser grata e consciente de meus privilégios não vai me fazer sorrir quando a dor me sufoca. Do fundo do meu coração eu não desejo dor, seja ela qual for a seu ninguém. Eu me torno mais grata e mais consciente quando atravesso uma nova crise, como hoje, dia que estou escrevendo e publicando este post.

Engraçado como algumas pessoas descrevem o ciclo dor + depressão como uma nuvem carregada e cinzenta. Pra mim, quando estou com uma crise, é como se puxassem a cortina e eu fosse obrigada a encarar aquele sol extremamente forte e escaldante. Eu fico torrando, sem proteção. A pele queima. O corpo desidrata. E tenho que me virar para cuidar das queimaduras depois. A depressão não pede licença. Ela é como o sol do meio dia, que dependendo de onde você estiver, brilha tanto que nem te permite enxergar de fato algo que esteja bem ao seu lado.

As dores que percorrem e tomam conta de meu corpo nos dias de crise, estrangulam até minha alma. Me transformo em "apenas dor". Só ela existe. Eu, por outro lado, sigo lutando e resistindo. Não é bonito, não é poético. Não é a jornada da heroína. É apenas pura sobrevivência. 

Ainda mais tendo que sentir a dor de verdade, sem recorrer a nenhum tipo de medicação por estar limpando meu organismo e me tornando mais consciente das reações físicas e emocionais.

Quando comecei a ser tratada como paciente de fibromialgia e mudei de psiquiatra, as crises vem ocorrendo com menos frequência, mas sempre me assusto achando que tudo o que já caminhei até aqui me faria ser mais resistente, mais forte. É inevitável, eu me cobro demais. E gostaria que todo o caminho que já percorri até aqui fosse suficiente. Aos poucos sei que vou conseguir me acertar comigo mesma e com minhas dores. Só... é foda não ter esse controle ainda. Grrrr

E foi por isso que me dediquei quase que exclusivamente meu tempo de leitura para estudos, artigos e até mesmo depoimentos de pacientes que também tem fibromialgia no segundo semestre de 2018. Os dados estão aí, são assustadores de tão comuns, e parecem estar em uma redoma de tabus. Vocês sabiam que de cada 10 pacientes diagnosticados, 8 são mulheres? Que mulheres que tem endometriose tem mais pré-disposição que as outras?

Existe tanta informação solta por aí, a busca e a luta é constante para muitos d nós, inclusive no setor médico. Tem quem não acredite totalmente na fibromialgia pois não tem um exame exato e sim uma soma de fatores para chegar ao diagnóstico. Isso vai render outro post, em outro momento, pois vou dizer: é de deixar qualquer um louco.

Então, para finalizar esse post que já está enorme, mais que falar sobre a minha experiência, eu gostaria que pessoas que estão passando pelo mesmo processo não se sentissem sozinhas. Existem grupos cada vez mais fortes e a troca de experiências tem sido fundamental, sabe?

Ter esse diagnóstico foi ótimo por um lado, mas por outro foi como mudar de uma montanha russa infantil para uma hardcore. Além do apoio médico - especialista em dor, reumatologista, fisioterapeuta e os profissionais de educação física na academia - sem o apoio a minha saúde mental com psicólogo e psiquiatra eu nem sei o que seria de mim neste momento. 

A dor bagunça tudo, e é normal precisar de muita ajuda. Está tudo bem nem sempre estar bem. Ficar vulnerável faz parte... a gente só não pode desistir. E é nisso que eu venho focando: em não desistir.

Se você leu isso tudo, ufa. E ah, obrigada por seu apoio.


Divertido e cheio de ação, Capitã Marvel finalmente tem seu espaço nas telonas, gerando muita guerra boba nas redes sociais.

Aqui foi falar apenas do filme, sem spoilers, ok? Quem me segue no Instagram - ei! Lá vcs sabem de tudo primeiro! @mirelapaes 😬 - viu que além de eu estar muito empolgada, e ter adorado o resultado do filme, que peguei spoilers de como fariam a apresentação da personagem. E eu queria muito ter visto o filme sem saber de nada haha.

Mas vamos lá. O filme inicia mostrando Vers (Carol Danvers) tendo sonhos/lembranças de seu passado. Ela tem amnésia, e está incomodada com isso.  Este é o gancho principal do filme. Vamos acompanhar a personagem tentando se lembrar sobre sua vida, querendo se encontrar, e como espectadores, vamos descobrindo sobre ela aos poucos também.

Vers é uma Kree e tem como mentor Yon Rogg. Ele é o líder de um time de Krees que lutam contra os Skrulls, outra raça alienígena que é considerada grande ameaça.

Eis que em uma missão, ela acaba sendo capturada, pois existe algo em suas memórias que é importante para os Skrulls. Ao tentar se safar dos inimigos, ela acaba vindo parar na terra, e aí sim começa a sua jornada de fato; a busca por sua identidade. Mas ela não vem sozinha. Enquanto tenta juntar as peças do que tá cabeça em sua mente, ela também terá que fugir dos Skrulls que assim como ela, acabaram vindo para nosso planeta.



De fato, como prometido, Capitã Marvel foge do padrão Marvel para contar uma história de origem, mas não perde o padrão de qualidade dos filmes já apresentados ao longo dos últimos 11 anos. É divertido, cheio de ação e apesar de o roteiro e direção em alguns momentos não conseguirem andar juntos, o filme nos apresenta muito bem quem é a Capitã Marvel e o quão poderosa ela é, com direito a uma trilha sonora maravilhosa e muitas cenas de ação. Ah, também somos presenteados com um gato fofo e muita nostalgia dos anos 90.

O roteiro é eficiente na questão de nos manter atentos a cada pequena descoberta sobre a vida da Carol Danvers, que sempre está tensa e alerta ao que ocorre ao seu redor, mas a direção peca em algumas cenas chave que deveriam ter mais emoção, cenas que envolvem outros personagens importantes para Carol. Inclusive, apesar de seus erros, a direção tem o mérito de conseguir nos ocupar o suficiente para não conseguir reparar um rombo bobo que existe no roteiro.

O que o filme tem de mais extraordinário é estar atendo as pautas relevantes no momento de apresentar uma personagem tão importante e já conhecida nos quadrinhos para o grande público. Essa é uma realidade que muitos fãs precisam aceitar. Não sei se temos uma pesquisa sobre isso, mas com toda certeza é muito óbvio que os filmes não vão seguir os quadrinhos à risca. São mídias diferentes demais. E muitas pessoas se tornaram fans desse universo apenas acompanhando os filmes, sem tocar em nenhum quadrinho.



A Marvel ganhou meu coração por ter diversidade com seus personagens em X-Men, e com Pantera Negra e Capitã Marvel, eu não poderia estar mais feliz com os caminhos que a Marvel vem seguindo. Fiquei realmente tocada que em Capitã Marvel pautas como empoderamento feminino, relacionamentos tóxicos e povos refugiados estivessem bem ali, na tela. São temas fortes, atuais e que precisam sim, ter espaço nas mais diversas mídias.

Falando de atuação, eu realmente não entendo o motivo de tantas reclamações a atuação da Brie Larson. Ela entregou a Capitã Marvel como já tive o privilégio de conhecer: durona, esforçada, com pé no acelerador e orgulhosa. Adorei que a Brie Larson não ficou gostosa para o papel. Ela tem um corpo magro de uma militar, e suas atitudes refletem a sua vida humana, e também como Kree. O tempo inteiro ela escuta que não é capaz, que o que tem pode lhe ser tirado, ou seja, ela incomoda demais por sua total capacidade. Mas em tela, ela está tensa, perdida, precisando se encontrar e compreendendo que como Vers teve um relacionamento abusivo com seu mentor.

A cena de sua transformação foi uma excelente mudança, mostrando o quanto que estão alinhados na pauta de empoderamento e representatividade feminina.  Independente de ter superpoderes ou não, ela é uma mulher. E ela LUTA como uma mulher. Fim da questão.

Essa é a ironia. Ela não precisa de um momento épico de sua transformação. Ela já é o épico.

E não, infelizmente Capitã Marvel não é o melhor filme da MCU, na minha opinião, mas isso não quer dizer que o filme seja apenas bom. Ele está a cima da média, muito bem e obrigada.


Mas é aquela coisa né? Se uma mulher determinada incomoda muita gente, uma mulher que é a super-heroína mais forte no universo Marvel, incomoda, incomoda muito mais.  😊




Sabrina Spellman faz 16 anos e você está convidado para a festa. Tome cuidado com o que deseja quando O Mundo Sombrio de Sabrina estrear em 26 de outubro.

O Mundo Sombrio de Sabrina é uma releitura dark da origem e das aventuras de Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira. Uma história de transição entre a adolescência e a vida adulta, a série apresenta elementos de terror, ocultismo, e, é claro, muita bruxaria. Seguindo a linha de clássicos como O Bebê de Rosemary e O Exorcista, esta adaptação mostra uma Sabrina que luta para conciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – enquanto combate as forças do mal que ameaçam a sua própria vida, a de sua família e o mundo habitado pelos humanos.

Assista ao primeiro teaser aqui:




O showrunner de Riverdale, Roberto Aguirre-Sacasa, que também é o chefe criativo da Archie Comics, assina o roteiro da série. Aguirre-Sacasa é o produtor executivo ao lado dos colaboradores de Riverdale Greg Berlanti e Sarah Schechter, Jon Goldwater (CEO da Archie Comics) e Lee Toland Krieger. O drama é rodado pela Berlanti Productions nos estúdios da Warner Bros. Television.

O elenco conta com Kiernan Shipka, Miranda Otto, Lucy Davis, Ross Lynch, Michelle Gomez, Chance Perdomo, Jaz Sinclair, Richard Coyle, Tati Gabrielle, Adeline Rudolph, Abigail Cowen, Lachlan Watson e Bronson Pinchot.


Quem aí tá super animado para assistir a série?!

XoXo
Foto: Assessoria.

Faz tempo que não posto nada na sessão de gastronomia por aqui, então fiquei bem feliz quando recebi o convite do The Fifties para conhecer o cardápio especial em comemoração dos 25 anos da casa. 

A primeira vez que fui no The Fifties foi em São Paulo, e nossa, já faz muito tempo. O The Fifties no Rio de Janeiro também rendeu muitos momentos incríveis com as amigas. Lembro bem que eles tinham a finada Coca-Cola Light plus, e ela nunca foi comercializada no Nordeste. 

Em Recife, a unidade fica no Shopping RioMar, e o bacana é que não importa a hora que você chegue, sempre será bem atendido e não terá problemas comuns em alguns restaurantes locais, de que com o passar do tempo, o serviço e os pratos tendem a ficar meia boca. O padrão da rede é alto, e como cliente, não tem nada mais satisfatório.


Foto: Trip Advisor


Vamos as delícias da noite, que iniciou com suco de laranja fresquinho e uma porção de batatas trufadas. Crocantes e bem temperadas, além de uma bela apresentação. 



Foto: Mirela Paes
Batata trufada

Os sanduíches especiais são 3. Inspirados no Pic Burguer, que é o carro chefe da casa, para celebrar os 25 anos, os chefs desenvolveram o Napolitano, onde a carne com o molho de tomate e queijo mussarela lembram uma polpeta Italiana, no pão brioche, o Cheddar, no pão Australiano, com bacon e onion rings crocantes, e o Quatro queijos, que apesar de o queijo Gonrgonzola se destacar, combina perfeitamente com a carne, suculenta e ao ponto no pão brioche. Os três saem por 27,70 cada.

Alías, como o cardápio está disponível desde a segunda, dia 3 de setembro, o Quatro queijos, que foi o meu favorito, vem sendo o mais pedido pelos clientes. Espero que fique no cardápio. Ele foi a estrela da noite. 



Foto: Mirela Paes
Sanduíche: Pic 4 Queijos e Batata Trufada

Em segundo lugar, ficou o Cheddar, e em terceiro o Napolitano. 

 Foto: Mirela Paes
Sanduíche: Pic Cheddar


Foto: Mirela Paes
Sanduíche: Pic Napolitano. 

Mas calma, que não para por aí. Como estão celebrando o aniversário da rede, pedindo um dos três sanduíches especiais, vocês podem comer uma fatia do bolo de aniversário, sabor chocolate por apenas 9,90. Também provamos o hot cookie pan, e bebemos do tradicional Milk Shake Fifties, de chocolate, que para mim, é a melhor sobremesa deles. 


Foto: Mirela Paes 
Para quem está com saudade do Devil's Cake,  o bolo de chocolate com ganache é
 mais doce, porém delicioso. Pedindo um sanduíche do cardápio especial, a fatia saí por 9,90.


Foto Mirela Paes
O tradicional Milk Shake Fifities.

Depois de toda essa comilança, além de muito papo com outros veículos convidados, agora só falta vocês irem no The Fifties e comentar qual foi o seu favorito. E claro, quero agradecer a equipe da casa aqui de Recife pelo convite, além da recepção e e atendimento excepcional.  

XoXo
Em nosso canal, vocês conseguem acessar a playlist relacionada a última edição da Bienal do Livro de São Paulo, que foi incrível!

Clica para assistir e aproveitem, pois esse ano teremos cobertura mais uma vez!


Autora de "A Barraca do Beijo" participa da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Beth Reekles virá pela primeira vez ao Brasil sentir o carinho dos fãs; livro de sucesso virou filme e ainda assim continua a conquistar os leitores adolescentes


Com apenas 23 anos, a escritora Beth Reekles já conquistou uma legião de fãs por todos os cantos do mundo. "A Barraca do Beijo", publicado no Brasil pela editora Astral Cultural, foi sucesso no Wattpad, com mais de 19 milhões de acessos e 40 mil comentários, venceu o Prêmio Watty de Ficção Adolescente Mais Popular e acabou até virando filme. Beth participa da 25ª BienalInternacional do Livro de São Paulo, realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) no dia 05 de agosto, às 11h, na Arena Cultural BIC®, em um bate-papo aberto com o público.

O livro conta a história de Elle Evans, uma garota bastante popular e querida na escola. Tudo na sua vida parece ser perfeito ao lado de Lee Flynn, seu melhor amigo e quase irmão. Porém, Elle tem um problema: nunca beijou ninguém! Sua vida vira de pernas para o ar quando ela e Lee têm a brilhante ideia de fazer uma barraca do beijo no festival da escola. O que deveria servir apenas para arrecadar dinheiro para uma causa social e movimentar o evento escolar, torna-se um marco na vida de Elle: seu primeiro beijo.

Mas não pense que foi qualquer primeiro beijo: foi com Noah Flynn, o bad boy da escola e crusheterno de Elle. O único problema se dá ao fato de Noah ser o irmão mais velho de Lee. O que parecia impossível torna-se realidade e agora, a garota precisará decidir entre viver uma paixão proibida (e escondida) com seu paquera ou abrir o jogo de uma vez por todas com seu melhor amigo e colocar tudo a perder.
Após o bate-papo, Beth fará uma sessão de autógrafos na Arena da Autógrafos. As senhas para a sessão serão distribuídas de forma online, a partir do meio-dia de 12 de julho, pelo http://www.bienaldolivrosp.com.br/A-Bienal-do-Livro/Arena-de-Autografos-BIC/Beth Reekles se apresenta no horário anteriormente reservado para Anna Todd que cancelou sua participação no evento por conflito de agenda.

Evento destaca o livro como principal propulsor do pensamento crítico, traz uma programação contemporânea e diversa e recebe Sharjah, dos Emirados Árabes Unidos, como convidado de honra
Entre os dias e 12 de agosto acontece a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada pela CâmaraBrasileira do Livro (CBL). Ao completar 50 anos, o conceito criativo tem como proposta destacar o livro como principal fonte do conhecimento em meio ao turbilhão de estímulos e canais de acesso a conteúdos que a tecnologia hoje proporciona. Com a assinatura "Venha fazer esse download de conhecimento", a campanha traz elementos que humanizam o livro, utilizando pessoas reais nas peças de comunicação e enfatiza a importância do diálogo e da abertura de perspectivas.
A edição ocupa a totalidade do espaço do Anhembi (75 mil m2), recebe selos editoriais de todos os gêneros, mantém o preço do ingresso da última edição – sem reajustes – e cresce em programação cultural: serão 1.500 horas de atividades (200 a mais que a edição anterior) e 14 espaços oficiais do evento com atividades relacionadas ao universo literário.
"Tivemos o cuidado de trazer uma programação capaz de atingir todos os públicos – das crianças aos adultos – buscando temas atuais, além de melhorar a infraestrutura para melhor conforto e circulação dos visitantes. Este ano, a Bienal do Livro está ainda mais multicultural, une entretenimento, conhecimento, inovação e, claro, muita literatura", afirma Luís Antonio Torelli, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

Durante os 10 dias de Bienal do Livro, os visitantes poderão ter contato com autores, em encontros e palestras exclusivas. Na programação já estão confirmados importantes autores da cena literária do Brasil e do exterior. Entre os nomes internacionais estão: A. J. Finn, de "A Mulher na Janela", que em breve ganha as telas do cinema pela Fox Filmes; Victoria Aveyard, autora da série "A Rainha Vermelha"; Soman Chainani, autor da série "A escola do bem e do mal"; Yoav Blum, autor de "Os criadores de coincidências" e Lauren Blakely (05/08), autora "Mister O".

Já entre os brasileiros estão confirmados: Maurício de Sousa, Mario Sergio Cortella, Luiz Felipe Pondé, Fernanda Montenegro, Ziraldo, Carolina Ferraz, Thiago Castanho, Helena Rizzo, Pam Gonçalves, Carol Christo, Babi Dewet, a turma do Casseta & Planeta, Antonio Prata, Miriam Leitão, Julián Fuks, Maria Rita Kehl e Luiz Ruffato.

O público também poderá contar com a experiência de receber autógrafos dos best-sellers que se apresentarão na Arena Cultural BIC®. A partir de 10 de julho, começarão a ser distribuídas as senhas online para as retiradas de autógrafo da Arena. Já para os três Espaços de Autógrafos Suzano que receberão outros autores nacionais, as senhas serão distribuídas pelas editoras de cada autor, em seus próprios estandes.
Este ano, a Arena Cultural BIC® também traz uma grande novidade: o Encontro de fãs. Realizados no período noturno, sempre às 20h, esses encontros reunirão leitores fãs de gêneros literários como fanfic, wattpad e romances de época. Em alguns encontros, como no caso da fanfic e wattpad escritores brasileiros do segmento debatem com os leitores suas produções, em outras mesas, por exemplo, serão discutidas as obras de grandes autores como J. R. Tolkien ou a emblemática saga de J. K Rolling.
Negócios

Uma das mais importantes feiras literárias do mundo, a Bienal do Livro criou sua história não só na área de entretenimento, mas no campo dos negócios. Por isso, o evento abrigará três importantes iniciativas para profissionais do setor: a 1a Jornada Profissional (rodada de negócios com players nacionais e internacionais); o Interlivros (fórum de discussões sobre o mercado editorial) e o Papo de Negócios, dedicado a reflexões sobre temas de interesse dos profissionais da cadeia do livro como tendências e futuro do setor.
Com o intuito de fomentar o segmento editorial brasileiro também fora do país e expandir o acesso dos brasileiros à rica literatura árabe, esta edição traz como convidado de honra Sharjah, um grande polo de educação e cultura dos Emirados Árabes Unidos, eleita pela UNESCO a capital mundial do livro 2019. Sharjah também abriga a Sharjah Publishing City, a primeira zona livre do mercado de publicação e impressão mundial. "Nossa participação na Bienal será uma grande oportunidade de fortalecer ainda mais nossos laços com o Brasil. Sharjah e Brasil já compartilham vários objetivos, atributos e conquistas e esse evento nos permitirá expandir essa troca de conhecimento e cultura", afirma Ahmed Al Ameri, Chairman da Sharjah Book Authority (SBA).·.
Outras novidades deste ano são a visitação universitária e a ampliação do dia do Cosplay. Nos dias 7 e 9 de agosto (um dia a mais que na edição de 2016) acontece o dia do Cosplay: quem for vestido a caráter não paga ingresso para o evento. Assim como a visitação escolar, a de universitários pretende conquistar mais leitores.

Espaçosculturais
Com uma programação capaz de atingir das crianças aos adultos e com temas contemporâneos e que abarcam a diversidade em todos os aspectos, a Bienal do Livro marca 2018 com um espaço inédito voltado para debates de educação e inovação: Espaço do Saber Microsoft. Os debates e atividades deste espaço conectam-se com o impacto da inovação na Educação e suas tendências, mostrando sua relação com a literatura – temas bastante presentes e importantes na sociedade atual. Traz também espaços que destacam a literatura regional com discussões sobre patrimônio cultural (Espaço Cordel e Repente), atividades voltadas para o público infantil, juvenil, para os amantes da gastronomia, entre outros. A programação completa do evento pode ser acessada pelo link: http://www.bienaldolivrosp.com.br/Programacao/http://www.bienaldolivrosp.com.br/Programacao/.

São eles:
  • Arena Cultural BIC®- Receberá best-sellers, nacionais e internacionais, como: A. J. Finn; Victoria Aveyard; Soman Chainani; Yoav Blum; Tessa Dare; Lauren Blakely; Charlie Donlea; David Levithan; Marissa Meyer; Fernanda Montenegro; Maurício de Sousa; Mario Sergio Cortella; Luiz Felipe Pondé; Pam Gonçalves; Carol Christo; Babi Dewet; Monja Coen; Bela Gil; Marcos Piangers; Walcyr Carrasco; Adriana Falcão; Padre Elvis; Ziraldo; Nathalia Arcuri; Rafael Cortez; Daiana Garbin; Julia Faria; e turma do Casseta & Planeta.
  • Arena de Autógrafos – Receberá os autores que se apresentarão na Arena Cultural para sessões de autógrafos com os fãs.
  • Espaço do Saber Microsoft - Novidade nesta edição, o espaço, inédito trará uma programação voltada para educadores, com foco no impacto da inovação na aprendizagem, relacionando questões importantes sobre a conexão entre literatura, tecnologia e educação. Entre os temas em destaque no Espaço Saber estão: acessibilidade e inclusão na sala de aula, desenvolvimento da formação leitora, aspectos sobre educação ambiental e sustentabilidade. Serão apresentados também alguns casos nacionais de sucesso, que utilizaram as soluções da Microsoft para melhorar e acelerar os processos educacionais e tendências para o setor.
  • Cozinhando com Palavras – espaço com debates, aula-show e bate-papos dedicados à reflexão sobre a relação da gastronomia com diversos aspectos culturais, entre eles, a literatura. Importantes temas sobre diversidade, questões sociais e de patrimônio cultural estarão em destaque nesta quinta edição do Cozinhando com Palavras. Pela primeira vez, o ambiente recebe o chef colombiano Juan Manuel Barriento, do estrelado El Cielo, que tem um trabalho intenso de capacitação de ex-guerrilheiros e refugiados. Outros nomes que marcam presença no espaço: Morena Leite, Gabriela Kapim, Thiago Castanho, Tereza Paim, Ivan Achcar, Breno Lerner, Janaina Rueda, Olivier Anquier, Rodrigo Oliveira e até o apresentador Zeca Carmago.
  • Salão de Ideias - Com curadoria CBL e Sesc São Paulo, contemplará discussões atuais e de amplo interesse, estabelecendo relações entre as questões sociais e as artes, como a literatura, a música e o cinema. Mesas sobre os temas: Fakenews, lideranças negras, o protagonismo da mulher negra, abolição da escravatura, feminismo e outras importantes discussões atuais. Debates sobre gêneros literários também serão destaque no Salão como crônicas (com Miriam Leitão e Antônio Prata), Poesia (Ryane Leão e Alice Sant' Anna, Romance Policial (Raphael Montes e Vitor Bonini), entre outros.
  • BiblioSesc (Praça da Palavra e Praça de Histórias) - Duas praças, com caminhões biblioteca e atividades para o público, apresentarão desde saraus, contação de histórias e slams até espetáculos de música e literatura. Nomes como Elisa Lucinda, Eva Furnari, Xico Sá, Sergio Vaz, entre outros, estarão presentes na programação.
  • Auditório Edições Sesc São Paulo – espaço para encontros criados a partir dos livros das Edições Sesc e dos temas presentes na programação da instituição. Serão oferecidas mesas sobre cinema, música, filosofia, história, arquitetura, meio ambiente, antropologia, entre outras, além de temas importantes da atualidade.
  • Espaço Infantil – Tenda das Mil Fábulas Correios - o nome foi escolhido em homenagem ao nosso convidado de honra, Sharjah, nos Emirados Árabes, e faz referência a uma obra bastante representativa na cultura árabe: o Livro das Mil Fábulas, conhecido no ocidente como o Livro das Mil e Uma Noites. O espaço traz atividades para as crianças, nas quais estão presentes fábulas, lendas, histórias, contos e mitos, com destaque para a diversidade cultural brasileira e a diversidade humana. Entre os autores confirmados na Tenda estão: Ana Maria Machado, Lázaro Ramos, Ziraldo, Mauricio de Sousa, Daniel Munduruku, Cristino Wapixana e Yaguarê Yamã.
  • Espaço Cordel e Repente – contará com cordelistas e repentistas de 8 estados do Nordeste, além de poetas radicados em São Paulo Rio de Janeiro e Brasília. Além de oficinas, debates e encontros com autores. Entre os nomes que participam de atividades neste local estão: Moraes Moreira, Socorro Lira, Maciel Melo e Bráulio Tavares.
  • Espaços de Autógrafos Suzano – Três espaços receberão autores convidados pelas editoras e expositores daBienal do Livro.
  • Espaço Papo de Mercado - Espaço dedicado a reflexões sobre temas de interesse dos profissionais da cadeia do livro. Serão debatidos temas como: autopublicação, livros brasileiros no mundo, feiras literárias, negociação de direitos autorais com países árabes, tendências de mercado e a importância da exportação para o mercado hoje.
PrincipaisnúmerosdestaediçãodaBienalInternacionaldoLivrodeoPaulo:
InvestimentoR$ 32 milhões
Área ocupada total75 mil metros quadrados
Expositores197 expositores
Espaços culturais14
Horas de programação1500
Autores nacionais291
Autores internacionais22
A 25a Bienal Internacional do Livro de São Paulo conta com os seguintes patrocinadores e parceiros: Itaú, Microsoft, BIC®, Suzano, Submarino, Lupo, Lojas Americanas, EDP, Correios, SESC SP, Itaú Cultural e Abigraf.
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Mirela, iniciamos oficialmente a contagem regressiva! Faltam exatos 30 dias para celebrarmos a leitura, educação e cultura através da 25ª BienalInternacional do Livro de São Paulo.
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