[RESENHA] Magônia, Maria Dahvana Headley



Ano: 2016

Páginas: 308

Editora: Galera Record

Preço Médio: 29,90

Sinopse: Uma fantasia original com ótimos personagens, complexidade emocional e um universo fantástico. Aza Ray nasceu com uma estranha doença incurável que faz com que o ato de respirar se torne mais difícil. Aos médicos só resta prescrever medicamentos fortes na esperança de mantê-la viva. Quando Aza vê um misterioso navio no céu, sua família acredita que são alucinações provocadas pelos efeitos do medicamento. Mas ela sabe que não está vendo coisas, escutou alguém chamar seu nome lá de cima, nas nuvens, onde existe uma terra mágica de navios voadores e onde Aza não é mais a frágil garota enferma. Em ''Magônia'', ela não só pode respirar como cantar. Suas canções têm poderes transformadores e, através delas, Aza pode mudar o mundo abaixo das nuvens. Em uma brilhante e sensível estreia no gênero young adult, Maria Dahvana Headley constrói uma fantasia rica em nuances e cheia de simbolismo.

Magônia é o tipo do livro que já me ganha pela capa. Com uma recomendação de Neil Gaiman, pelo amor de Deus, como não ler? 

Tão bonita quanto a capa, é a escrita de Maria Headley. Ela transborda sensibilidade e quando o leitor menos esperar, estará preso, não querendo perder nenhum detalhe que seja. 

Vamos conhecer a Aza, uma garota que tem uma doença terrivel, mas que aprendeu a conviver com ela e suas constantes visitas ao hospital. Ela também usa muitos medicamentos, e como efeito colateral, tem alucinações. 

Também vamos conhecer Jason, seu melhor amigo, e obvio par romântico. Eles se conhecem desde muito novos, e se entendem muito bem. Se por um lado eu adorei que o livro tenha dois pontos de vista sobre a mesma história, em outros momentos, detestei, pois o livro parece desandar perto do final. 

Pela capa já é de se esperar que Magônia seja um livro de fantasia YA, e se tratando de um primeiro volume de uma trilogia, a autora introduz muito bem os personagens e o mundo comum, mas quando chegamos no mundo mágico, tudo parece corrido demais, com explicações de menos. Acredito que no proximo volume vamos compreender muito mais coisas, mas confesso que fiquei decepcionada. 

A história é apaixonante. Não consegui largar o livro. Aza e Jason, assim como outros personagens secundários do livro são muito bem desenvolvidos. E por mais que eu tenha ficado chateada com a falta de clareza sobre alguns pontos do universo paralelo/fantástico, não posso negar que estou imensamente curiosa e querendo ler logo o segundo volume. 

Magônia promete ser uma série de fantasia juvenil muito diferente das demais. E eu não vejo a hora de saber mais sobre a jornada de Aza, seu poder e sua importância em ambos os universos. 

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