[RESENHA] Sou dessas, Valesca



Ano: 2016

Páginas: 191

Editora: Best Seller

Preço Médio: 29,90

Sinopse: A biografia da rainha do funk brasileiro
Valesca é, sem dúvida, uma das mais importantes representantes do funk no país. Com letras irreverentes e ritmo contagiante, suas músicas ajudaram a disseminar o ritmo carioca ao redor de todo o Brasil, quebrando tabus e levantando importantes discussões acerca do papel da mulher na sociedade. Em Sou dessas: pronta pro combate, Valesca Popozuda compartilha a sua visão sobre assuntos como feminismo e liberdade sexual, além de contar, de forma leve e divertida, detalhes de sua vida pessoal, de sua carreira e como o funk mudou a sua história.
Seu maior sucesso, Beijinho no ombro, alcançou o 1º lugar na lista de músicas mais tocadas no Rio de Janeiro, e 5º lugar nas paradas da Billboard Brasil, em 2013. 
Recebeu, em 2015, o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, pela Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.


Quando o Grupo Editorial Record divulgou que publicariam um livro da Valesca, foi o maior bafafá. O que muita gente não imaginava, era que "Sou dessas" Valesca fosse falar com tanta propriedade sobre empoderamento feminino em diferentes camadas. 

O livro não é sua biografia, está em um formato de memórias, onde ela fala sobre sua infância, sobre a admiração pela mãe, sobre seus sonhos, sobre sua luta. Conhecemos aqui uma Valesca empreendedora, guerreira, estrela, mãe, mulher. E seus grandes desafios diários. Desafios que muitas mulheres tem dentro de casa, na rua ou em reuniões de trabalho: O machismo. 

A leitura é rápida e o livro foi organizado de forma que flui e quando você menos espera, já acabou. Em tempos que debatemos tanto sobre empoderamento feminino, pautas feministas estão em alta e grupos de mulheres se tornam cada vez maiores em redes sociais, o livro de Valesca entra como mais uma ferramenta, com uma linguagem mais simples e com exemplo que mulheres que estão à margem da sociedade vão poder se relacionar com muito mais facilidade e compreender como a nossa luta ainda é grande, mas que unidas, podemos muito mais. 

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