[RESENHA] AS CORDAS MÁGICAS, MITCH ALBOM



Ano: 2016

Páginas: 352

Editora: Arqueiro

Preço Médio: 25,90

Sinopse: Francisco Presto nasceu numa pequena cidade da Espanha em plena guerra civil. Com a infância marcada por tragédias, Frankie se torna pupilo de um professor de música cego, que se dedica a lhe ensinar tudo o que sabe.
Ao completar 9 anos, ele foge para os Estados Unidos carregando consigo apenas seus bens mais preciosos: um violão e seis cordas mágicas.
Com um talento fora do comum para tocar e cantar, Frankie rapidamente alcança o estrelato e influencia o cenário musical do século XX, apresentando-se ao lado de nomes consagrados como Elvis Presley e Little Richards.
No entanto, seu dom se transforma em um terrível fardo quando ele percebe que pode afetar o futuro das pessoas: uma corda de seu violão fica azul cada vez que uma vida é alterada.
No auge do sucesso, assombrado por seus erros e por seu estranho poder, Frankie sai de cena por anos, apenas para ressurgir para um espetacular e misterioso adeus.


As cordas mágicas foi exatamente o tipo de leitura que seria quando solicitei o lançamento para a Editora Arqueiro. Estava procurando um livro leve e envolvente e encontrei na escrita de Mitch Albom, uma fábula linda.

A música conta a história de Frankie, o conhecemos desde sua infância complicada e seu envolvimento com a música. Apesar de não apresentar nada de realmente novo retratando a trajetória do músico de sucesso - apesar do elemento de fabula, você facilmente pode comparar com histórias reais de artistas ao redor do mundo - o que destaca é a forma como a música conta cada detalhe, retrata cada causa e consequência com propriedade.

Acompanhamos o crescimento, a evolução do músico, suas dúvidas, seus medos, e o peso da responsabilidade sobre cada corda que muda de cor ao longo de sua vida. Os diálogos, mesmo que curtos, são bem pontuados. O livro é rico musicalmente, o que faz com que o leitor se conecte com ainda mais facilidade com tudo o que é apresentado.

Apesar de apresentar causa e consequência, de não ser apenas um leve romance, o autor conta a história de uma forma leve, e a leitura foi muito gostosa. Daquelas perfeitas para um domingo de chuva e uma caneca de chá para acompanhar.




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