[RESENHA] 50 TONS MAIS ESCUROS


Por Karolina Rodrigues

E aí pessoal? Tudo bom com vocês? Prefiro chamar de  50 tons de sono. Aí sim faz sentido o filme se chamar de 50 tons mais escuros. 

50 tons mais escuros é um filme muito mal desenvolvido. O roteiro confuso e a direção apática não ajudam nem um pouco. Um emaranhado de informações que acabam se mostrando desnecessárias, mesmo que sejam fundamentais, como a infância do sofredor Sr Grey. Apelando para falas fracas e o uso do clichê que beira à novelas mexicanas, o filme se torna mais uma comédia, do que um filme sexy. 

Falando em filme sexy, coisa que 50 tons não é, a falta de química do casal é gritante, As cenas não são nada atrativas e com a mocinha que encerrou o relacionamento por ter medo do quarto vermelho da dor, agora pede para que o Sr Grey a leve até lá. Uma sequencia que acaba sem sentido, uma vez que ela quer desfrutar de um relacionamento comum, com seu príncipe nada encantado. 

Outros personagens secundários aparecem no segundo filme da série, mas são completamente descartáveis. O romance de idas e vindas entre Sr Grey e Ana é o grande foco do filme, que em momentos acaba se tornando engraçado, e em outras apenas dá sono. Nada é realmente aprofundado, nem mesmo o relacionamento dos dois. 

E se você for ao cinema para ver em algum momento o Sr Grey como veio ao mundo: desista. Apesar do ator já ter mostrado tudo o que tem em um ensaio fotográfico, apesar de estar com o corpo mais em forma nesse segundo capítulo, só podemos ver dele sem camisa ou de costas, ou seja, ver mais de seu bumbum. Ao menos o filme apelou com a nudez da atriz, em comparação com o primeiro filme. 

O restante, porém, só piorou, deixando o filme sem graça, sem apelo, bobo, e que me deu um sono danado... 


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